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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Estoi das ruas estreitas…



É uma freguesia do concelho de Faro, que se estende desde a Campina de Faro até aos Cerros de São Miguel, Malhão e Guelhim, constituindo desde os tempos antigos os faróis necessários à navegação, sendo os verdadeiros miradores naturais do litoral algarvio.
Esta vila sempre foi escolhida pelas famílias mais nobres de Faro para residir parte do ano, em que construíam casas apalaçadas. Hoje em dia, é muito visitada por turistas estrangeiros...
A Igreja Matriz é de estilo Renascentista, dotada de majestosas fachadas neoclássicas (projecto do arquitecto Francisco Xavier Fabri, italiano) e rodeada por um conjunto de casas nobres e imponentes, assim como muitas outras espalhadas pela aldeia.


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Paraíso na Terra…

A denominação actual do Rio Guadiana é proveniente da junção do vocabulário árabe para rio (Uádi), mais o nome dado ao rio pelos romanos (Anãs). Este foi a via natural de penetração de muitos povos no Sudoeste da península Ibérica, de que são exemplos os árabes e os romanos (por onde eram escoados os seus recursos minérios).
O Rio Guadiana nasce em Espanha, torna-se navegável entre o Pomarão e Vila Real de Santo António, onde atinge uma largura entre 100 e 500m e a profundidade média é superior a 5m. A sua Foz situa-se no Oceano Atlântico, entre Vila Real de Santo António e Ayamonte. Fazendo fronteira entre Portugal e Espanha a Este recorta a paisagem natural das duas margens, deixando transparecer uma beleza inconfundível.
A fauna piscícola é muito variada, podendo encontrar sabogas, corvinas, enguias, eirós, robalos, lampreias, entre outros.
Este Rio também oferece grandes condições para a prática de desportos náuticos, para a pesca desportiva ou para um passeio de barco tranquilo.
A Ponte Internacional do Rio Guadiana, que liga Portugal com Espanha, foi construída em 1991. É a terceira maior do país a seguir à Ponte Vasco da Gama e à Ponte 25 de Abril. Possui um vão total de 666m, subdivididos em cinco vão parciais, sendo o central de 324m.

Para visitar este local, dirija-se à Reserva Natural do Sapal de Castro Marim…

Vista da Reserva para Castro Marim

Pesca desportiva em pleno Rio Guadiana
Vista sobre a Ponte Internacional do Rio Guadiana

Pôr-do-sol visto através da Reserva do Sapal...espectacular!

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Santa Luzia

 Com 430 hectares, esta é a freguesia mais pequena do concelho. Situada a cerca de 2 Kms de Tavira, esta vila carrega na sua essência os costumes e saberes das gentes do mar.
 Santa Luzia nasceu em 1577, por iniciativa dos pescadores, quando estes edificaram uma ermida dedicada a uma santa com o mesmo nome, mártir siciliana e protectora dos que sofrem dos olhos. Santa Luzia tornou-se, assim, a padroeira da freguesia.
A história da vila esteve sempre ligada ao mar. Inicialmente através da pesca por xávegas e anzol e, a partir de 1842 até meados do século XX, com o aparecimento da armação do Barril, por intermédio do copejo do atum. A partir de 1927, os pescadores começaram a dedicar-se à pesca do polvo com alcatruzes e covos, tal facto contribuiu para que, ainda, hoje, Santa Luzia seja considerada a "capital do polvo".

Hoje, ainda de natureza piscatória, esta freguesia vive, também, do turismo, com alojamentos, restaurantes e praias.









quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Praia do Lacem (Caiana)

É uma praia marítima pertencente à freguesia de Cabanas de Tavira e integrada no Parque Natural da Ria Formosa. Situa-se na extremidade oriental da Ilha de Cabanas, entre a Praia de Cabanas de Tavira e a Barra do Lacem. Insere-se em plena paisagem agrícola. É selvagem, pouco frequentada devido ao seu isolamento e difícil acesso (por estrada de terra batida) e ausência de estruturas e meios de apoio. O areal é exíguo, com cristas dunares onde domina o estorno. O habitat dominante é o sapal e o cheiro a maresia é intenso.
Vale a pena visitar, por ser um local sossegado e bastante atractivo, devido à sua magnífica paisagem.

Como chegar: pequeno caminho ruralque acompanha uma ribeira temporária, onde se encontra canaviais e silvas. O acesso é feito a partir da EN125, seguindo em direcção de Balieira/Lacem, durante cerca de 1,5Km.
Pessoas a apanhar marisco




terça-feira, 24 de setembro de 2013

Um dia bem passado na Fuzeta

Fuzeta é uma freguesia do concelho de Olhão, no distrito de Faro. É limitada a Norte e a Oeste pela freguesia de Moncarapacho, a Sul pela Ria Formosa, a Leste pelo concelho de Tavira. Era a antiga freguesia de Nossa Senhora do Carmo, um curato do concelho de Tavira, ao qual pertenceu e posteriormente se separou. Era igualmente conhecida pelos seus pescadores que também estiveram envolvidos na aventura dos descobrimentos, tendo sido os primeiros a pescar bacalhau na Terra Nova, após a sua descoberta em 1500 por Gaspar Côrte-Real.
O povoamento iniciou-se com algumas cabanas, usadas pelos pescadores para guardar todos os aprestos utilizados na pesca de armação praticada neste local. Mais tarde o número de cabana foi aumentando, dando-se a fixação de pescadores que desejavam ter melhor acesso na barra.
O porto de pesca, a praia e toda a zona ribeirinha, cuja recuperação ambiental foi recentemente premiada, são visitas obrigatórias.
Existem ligações regulares por barco para a ilha da Fuseta-Armona.

O passeio  pode prosseguir até aos rectângulos das salinas, as ruínas das atalaias de Torre de Bias, Cumeada e Alfanxina, paralelas à Ria Formosa e ao mar, às nascentes de água dos Olheiros, a norte da Vila, a que se atribuem virtudes medicinais.

domingo, 22 de setembro de 2013

Vila Real de Santo António em Click

Vila Real de Santo António foi fundada em 1774, por vontade do Marquês de Pombal, perto da foz do Guadiana. A cidade foi construída de raíz em apenas dois anos, segundo o padrão iluminista do século XVIII, caracterizado pela planimetria, altimetria e volumetria.
A vila começou a ser construída em 1774 com base num processo de pré-fabrico e estandardização, técnicas que a Casa do Risco das Obras Públicas empregava desde a reconstrução de Lisboa, ficando em Agosto do mesmo ano concluída toda a parte destinada à Sociedade das Pescarias.
Foi rápida a sua construção, pois assim o exigiam as contingências da política face a Espanha e a vontade férrea do Marquês de Pombal, ministro do rei D. José I (1714-1777). Iniciada a marcação do plano da cidade em 2 de Março de 1774, em 6 de Agosto estavam já concluídas as Casas da Câmara e da Alfândega, os quartéis e iniciava-se a Igreja.
O final do séc. XIX e as décadas seguintes foram de prosperidade para Vila Real de Santo António. A presença de sardinhas e de atum nas águas do litoral algarvio transformaram a vila num importante centro conserveiro, enquanto o seu porto era demandado pelos barcos que subiam o Guadiana para carregar o minério extraído nas minas de São Domingos. A comprovar o seu dinamismo e riqueza refira-se que foi a primeira localidade do Algarve a ter iluminação a gás (1886).

O rigor arquitectónico do Marquês de Pombal está ainda hoje integralmente presente e integrado no eixo urbano. A Praça Marquês de Pombal em conjunto com as históricas ruas pombalinas tece a principal área comercial da cidade. Na Praça encontramos um obelisco central, quatro torreões delimitando os vértices e o edifício da Câmara Municipal e Igreja Matriz.
Marquês de Pombal em escultura
Vista para a Avenida, a rua do Comércio 
Avenida: escoamento de Pluviais
Da Marina para a Praça Marquês de Pombal
Caminhando para a Marina

Comércio local...Atreva-se!

Nova imagem do Centro da Cidade: bancos inscrição de poesias de António Aleixo
Praça Marquês de Pombal
Pescando do Jardim...com vista sobre Ayamonte!
Sob a Marina...com vista para a zona histórica


Locais a visitar
Igreja Matriz; Arquivo Histórico (Situado no Torreão Sul, foi durante muitos anos detido por particulares, servindo de habitação e local de comércio, e passou a integrar a Rede Nacional de Arquivos em 1999. O Arquivo Histórico Municipal é uma instituição de relevante importância para a reconstituição e para o estudo da história local, contribuindo para a preservação da memória colectiva do concelho de Vila Real de Santo António. Exposição permanente sobre a pesca do atum e as industrias conserveiras de VRSA); Centro Histórico (Para apreciar o plano urbanístico de Vila Real de Santo António é necessário passear pelas suas ruas. Importa começar pela Praça Marquês de Pombal, coração da vila, de empedrado radiante a partir do obelisco erguido em 1776. Ela contém três dos principais elementos urbanos do séc. XVIII: a igreja, a Câmara Municipal e antiga Casa da Guarda. Depois devem percorrer-se alguns quarteirões, erguidos já por iniciativa particular, mas em que é ainda aparente um formulário arquitectónico. A linha de fachadas da Avenida da República, delimitada por dois torreões e contendo o edifício da antiga Alfândega, de largo portal, frontão triangular, é o final do percurso). Praias do Concelho de Vila Real de Santo António (Manta Rota, Praia Selvagem de Cacela Velha, Praia de Santo António, Baia de Monte Gordo).